Fingiríamos ser quem não somos
Cortaremos as barbas que nao temos
trocaremos nossos os cheiros,
manteremos aneis nos dedos.
De toda essa viagem de ir e vir e ser,
o que não me cabe é o medo
Carrego aquela verdade cheia de si
pra cima e pra baixo com o mapa-mundi.
A linha que ninguém caminha
o traço que ninguém rabisca
Das tintas que me cheiram
o suor que me cai. Minha lagrima.
Enxergar o acaso, caso fracasse
é sentir que a necessidade de sucesso
se faz presente acima do real
a estrada que se segue poderá desaparecer.
Poderá também aparecer feito uma luz
que se acende do nada. Uma esperança esquisita...
Toda dificuldade de empurrar a montanha
incide na esperança de
O que vivo esta entrelaçado ao nitido sentido de
não-querer-mais-isso-prá-mim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário